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A mostrar mensagens com a etiqueta Livro Crónicas Paredenses Volume II

Texto de Apresentação - Dr. António Aresta

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Apresentação do livro Crónicas Paredenses II , de Ivo Rafael Silva, no VII Seminário Paredes : Cultura e História , no dia 3 de Maio de 2025, no Auditório da Escola Secundária de Paredes . Nem me falta na vida honesto estudo,  Com longa experiência misturado. Luís de Camões, Os Lusíadas , X.154 A história de Paredes e do seu concelho, que é uma história cultural e pluridimensional, começou a ser metodicamente estudada por José do Barreiro que publicou a Monografia de Paredes em 1922, cujo segundo volume com correcções e acrescentos é de 1924. Esta obra notável foi reeditada em fac-símile , pela Câmara Municipal de Paredes, em 2021. É uma massa imensa de informações, um verdadeiro vade mecum para a história do concelho. Mas não só. Apesar do campo de investigação ser riquíssimo e desafiante, há grandes figuras que permanecem num esquecimento que tem tanto de atroz como de desleixado ou de injusto. Refiro-me, por exemplo, a António Augusto Teixeira de Vasconcelos...

Camilo e a Estalagem de Baltar

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Este artigo fora originalmente publicado no livro Crónicas Paredenses, Volume II, 2024 , p. 415-421. Republicação nos 200 anos do nascimento de Camilo Castelo Branco [16-03-1825 * 16-03-2025]     No dia  2 de Julho de 1864, o célebre escritor Camilo Castelo Branco (1825-1890) publicava, no jornal O Comércio do Porto , as primeiras linhas da sua obra Vinte Horas de Liteira (Freire apud Barreiro, 1922:540-1). Nesse conto narrativo o autor cria a personagem António Joaquim, que acompanha o próprio Camilo numa viagem a bordo de uma liteira (veículo sem rodas, que podia ser transportado por homens ou animais), num longo itinerário desde o lugar de Ovelhinha (Gondar, Amarante) até à cidade do Porto. Embora tratando-se de uma obra de ficção, é em geral admitido que o seu autor tenha, de facto, percorrido ou visitado os locais a que faz alusão no decurso da prosa literária. Será, por isso, o caso do espaço em que se desenrola o capítulo XIV, que aqui, por razões óbvias, mais no...

VII Seminário: Paredes, Cultura e História - 3 de Maio

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Vídeo - Cultura em Construção - 31/01/2025

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Adão António Pinto Brandão: o «Maior Atleta Vascaíno de Todos os Tempos»

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A existência de um clube desportivo fundado em Recarei, em 1930, por inspiração no Clube de Regatas Vasco da Gama, do Rio de Janeiro, Brasil, não é a única associação ou ligação histórica existente entre o «Gigante da Colina» e o concelho de Paredes. A verdade é que aquele que é ainda hoje, em terras brasileiras, apodado de «maior atleta vascaíno de todos os tempos», que foi autor do primeiro golo oficial da história do clube carioca, e que surge descrito como «um símbolo, uma relíquia, um exemplo de desportista, tipo padrão do atleta cruzmaltino» , nasceu na freguesia de Bitarães, concelho de Paredes. Adão António Pinto Brandão, proeminente e histórico atleta do CR Vasco da Gama, Brasil, era natural de Bitarães, concelho de Paredes (Foto: O Vaso de Flores , Adão C. Ribeiro, 2010)

As Crónicas em Gandra - dia 31 de Janeiro - 21h

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Comentário de Armando Leal sobre o II Volume

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Entrevista - Novum Canal

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Apresentação do II Volume das «Crónicas»

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Índice do Volume II - Novembro de 2024

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Este é o «miolo» do segundo volume de Crónicas Paredenses . Não andaremos muito longe da verdade se afirmarmos que se trata da maior compilação de fontes históricas sobre o concelho de Paredes que alguma vez foi publicada. O livro estará disponível a partir de Novembro deste ano.

Segundo volume das «Crónicas» em preparação

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  A continuidade do trabalho de investigação histórica que temos desenvolvido sobre o concelho de Paredes justifica a edição de um segundo volume da obra «Crónicas Paredenses». Embora ainda em curso, as já terminadas trezentas páginas de informação, que consideramos de grande relevância para a compreensão do passado colectivo local, conferem por si só suficiente utilidade e premência ao compêndio a ponto de justificar honras de publicação. Tal só deverá acontecer, porém, no final deste ano de 2024 e, ao que tudo indica, nos mesmos moldes do primeiro tomo. A capa, deverá ser a que aqui se apresenta, tratando-se de uma ilustração relacionada com a crónica de abertura deste novo volume: «Paredes e as Invasões Francesas».